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    Sapatos “feios” viram objeto de desejo e pautam as maiores tendências de 2026

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    By amorimmatheus2k21@gmail.com on fevereiro 18, 2026 Moda

    Chamar atenção pelas linhas pouco convencionais deixou de ser motivo de piada. Em 2026, o calçado mais comentado nos feeds é justamente aquele que, à primeira vista, provoca certa estranheza. O fenômeno dos chamados “sapatos feios” ganhou força nas semanas de moda e, agora, desfila livremente pelas calçadas das grandes capitais.

    Entre passarela, street style e vitrines, modelos que fogem do padrão minimalista criam novas proporções, texturas ousadas e solados robustos. A aposta desperta curiosidade, divide opiniões e, ainda assim, esgota estoque. Azza Boutique acompanha de perto o movimento e mostra por que o estranho virou cool.

    Da rejeição ao hype: como o feio se tornou fashion

    O ciclo começou com a saturação do quiet luxury. Após temporadas dominadas por linhas limpas e cores neutras, o público ansiava por algo capaz de chacoalhar a mesmice. Peças exageradas apareceram primeiro nos acessórios, especialmente nos pés, criando um contraste imediato com o resto do look.

    Para além do impacto visual, há o fator conforto. Muitos ugly shoes herdaram forma larga, palmilhas macias e salto baixo — características que se encaixam na busca atual por bem-estar sem abrir mão do estilo. Essa soma de conveniência e ousadia impulsionou o desejo e abriu caminho para releituras de grifes como Miu Miu, Maison Margiela e Adidas.

    Os protagonistas do momento: oito modelos no radar

    Cada categoria de sapato “feio” traduz uma faceta dessa virada estética. Confira os principais formatos que dominaram feeds, passarelas e guarda-roupas:

    Sapatilha de telinha – Leve, vazada e extremamente flexível, a flat em mesh ganhou fama pela versatilidade. A transparência traz frescor e, de quebra, permite brincar com meias coloridas. Vale lembrar que a sapatilha com recorte em V segue trajetória semelhante, reforçando a tendência de bicos inusitados.

    Dad shoes – O tênis volumoso inspirado nos anos 80 ressurgiu repaginado pelas mãos de Asics, New Balance e Nike. A silhueta robusta cria ponto de contraste quando combinada a peças de alfaiataria leve, prova de que a mistura high-low continua rendendo boas imagens de street style.

    Dockside – Antigo frequentador de clubes náuticos, o modelo retornou graças à Miu Miu. O solado emborrachado e o cadarço que circunda o pé garantem personalidade sem comprometer a elegância, tornando-o opção certeira para looks mais sofisticados.

    Furry shoes – Pelúcia, pelo sintético ou aplicações felpudas revestem loafers, mules e clogs. O resultado é tão inusitado que vira protagonista imediato do visual. Versões em animal print, especialmente cow print, lideram a busca nos marketplaces.

    Sandália fisherman – As tiras largas e entrelaçadas formam uma espécie de armadura para o pé. Polêmica, a silhueta divide opiniões, mas oferece estabilidade e, quando combinada a meias coloridas, cria styling fashionista digno de passarela.

    Clogs de madeira – Ícone dos anos 70, o tamanco pesado retorna no inverno e promete disputar espaço com a bota slouchy. O salto bloco confere altura sem sacrificar a firmeza ao caminhar.

    Boxing boots – Nascidas no ringue, as botas de cano alto com cadarços subiram à passarela em produções casuais. A pegada esportiva garante contraste divertido quando usada com vestidos leves ou saias mídi plissadas.

    Salto anabela – Ressignificado pela Chloé, o wedge aparece em versões de couro rústico, corda ou até vinil transparente. Depois de anos fora dos holofotes, a silhueta ressurge como alternativa prática ao salto fino.

    Influência das grandes marcas e poder das redes sociais

    O empurrão decisivo veio dos desfiles. Grifes de luxo não apenas colocaram os ugly shoes nas passarelas, mas também criaram narrativas que aproximam peças controversas do consumidor. Casas como Maison Margiela transformam estranhamento em desejo ao elevar pequenos detalhes — vide o corte fendido dos Tabis, que hoje figura entre os calçados mais fotografados.

    Uma vez apresentado, o modelo ganha vida própria nas redes. Influenciadoras multiplicam referências, sugerem mix improváveis e provam que, mesmo excêntricos, esses sapatos se encaixam em visuais cotidianos. No TikTok, vídeos de styling atingem milhões de visualizações, enquanto no Instagram o close nos pés virou parte obrigatória do carrossel.

    Conforto, personalidade e efeito surpresa no styling

    O atrativo primordial continua sendo a capacidade de levantar um look simples. Jeans reto, camiseta branca e um par de boxing boots transformam o combo básico em declaração de estilo. O mesmo acontece com a fisherman sandália combinada a alfaiataria colorida.

    Outro ponto que pesa é a ergonomia. Solados grossos, palmilhas anatômicas e materiais flexíveis tornam os ugly shoes companheiros de jornadas longas. Entre uma tendência visual e a necessidade real de conforto, o consumidor encontrou equilíbrio.

    Próximos passos do mercado de calçados “feios”

    A curva de adoção aponta longevidade. Marcas de fast fashion já reproduzem as silhuetas, barateando o acesso e acelerando difusão. Isso reforça a presença dos modelos nas ruas e, por consequência, nos algoritmos que destacam imagens de street style.

    Ao mesmo tempo, designers independentes exploram materiais sustentáveis, como borracha reciclada e couro vegetal, para oferecer versões conscientes dessas peças. O apelo eco ganha força entre consumidores atentos à procedência do que vestem.

    Seja pela funcionalidade, seja pelo impacto visual, os sapatos “feios” se fixaram como símbolo de 2026. Enquanto o ciclo criativo seguir interessado no contraste entre beleza tradicional e estranheza propositada, o feio continuará, inevitavelmente, na moda.

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